A economia precisa de um clima em "boa saúde"

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Gordon Brown, ministro das Finanças, foi dirigida a ministros de vinte países, incluindo representantes de G8 e os dos países emergentes, como China, Índia e Brasil, em uma reunião sobre mudança climática e disposição de redução de energias fósseis. Ele declarou a reunião que o Reino Unido tinha conseguido reduzir suas emissões de carbono sem pôr em risco a economia do país. Ele ainda acrescentou que os indicadores econômicos de um país só pode florescer se tomarmos
proteger o meio ambiente e dos recursos naturais em que a atividade econômica se baseia. Segundo ele, a problemática
ambiental tradicionalmente tratados de forma independente, deve agora ser anexado ao sector económico dentro de qualquer governo. Estas declarações vêm desafiar a posição dos Estados Unidos, que, lembre-se, não ratificaram o Protocolo de Quioto, que visa reguler o efeito estufa emissões de gases. Na verdade, o governo dos Estados Unidos respondeu que cumprir os acordos de Quioto teria efeitos negativos sobre empregos, porque eles acreditam que muitos seriam exportados para os países em desenvolvimento, onde não existe uma política ecológica. James Connaughton, diretor do departamento, Meio Ambiente e Qualidade na Casa Branca afirmou que a resposta para o problema residia apenas no surgimento de novas tecnologias. O primeiro-ministro Tony Blair incentiva o investimento em novas tecnologias "verdes", mas também a ocorrência propensa de consenso internacional. Gordon Brown em seu lado não expressa nenhuma dúvida quanto à
validade sobre as alterações climáticas. No entanto, o "New Economics Foundation" (NEF) quer crítica das posições do governo britânico, por exemplo, as chamadas para o desenvolvimento de energias renováveis ​​nos países emergentes, mas não colocar pressão sobre o Banco Mundial para limitar créditos para energias fóssil ou transferi-los para projetos de implantação de geração de energias sustentáveis.

Eva Assayag

Fonte: http://news.bbc.co.uk


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